Saúde Mental
uma visão prática do processo em uma residência terapêutica
DOI:
https://doi.org/10.47385/cmedunifoa.503.3.2016Palavras-chave:
Saúde Mental, Reforma Psiquiátrica, Residência TerapêuticaResumo
A definição do processo de saúde no âmbito mental é algo ainda difícil, envolvendo um tênue equilíbrio entre os mais diversos fatores componentes do homem como ser em si. Sendo assim, o manejo e a aceitação de alterações sobre o que é considerado sanidade, com o passar dos tempos é modificado, partindo de situações de marginalização a condições de inserção social. Considerando o processo de reforma psiquiátrica iniciado no país, desde o final da década de setenta, e as modificações do mesmo para com o tratamento do chamado doente mental, as residências terapêuticas vêm apresentando um papel importante no novo paradigma da saúde mental no Brasil. Isso porque tais serviços buscam a manutenção do sujeito em sua comunidade para que as perdas das relações sociais e referenciais subjetivos sejam mínimas ao se abandonar o modelo hospitalocêntrico de cuidado. As residências terapêuticas proporcionam ao paciente a possibilidade de reconstrução e/ou resgate da identidade, assim como o desenho diário de novas redes sociais. Dessa forma, o presente trabalho busca demonstrar, através do relato de experiência, o funcionamento de uma residência terapêutica feminina localizada em um bairro do município de Volta Redonda, RJ, com o objetivo de evidenciar os benefícios de tal projeto não só para os pacientes, mas para a comunidade como um todo, e trazer questões para o melhor manejo da saúde mental uma vez que temos a oportunidade de vivenciar o dia a dia das pacientes e de toda a rede social que as cerca.
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